Esteatose hepática x Obesidade

Popularmente conhecida como “gordura no fígado”, a esteatose hepática acontece quando o índice de gordura nas células do fígado chega a 5% ou mais. Nesses casos, o fígado aumenta de tamanho e é preciso procurar um tratamento imediatamente. Se não for tratada corretamente, pode evoluir para quadros mais graves de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer no fígado. Nessas circunstâncias, o órgão não só tem o seu tamanho aumentado, como adquire um aspecto amarelado.

Por meio de hábitos mais saudáveis – orientados por um médico – o quadro pode ser reversível. No post de hoje, nós, do 5S, vamos te mostrar tudo o que você precisa saber sobre essa doença. Confira os fatores de risco, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento!

Obesidade e sedentarismo são fatores de risco para esteatose hepática

Hábitos alimentares inadequados e a falta de atividades físicas são grandes fatores de risco da esteatose hepática. Apesar da obesidade também ser apontada como um grave risco de desenvolvimento da doença, não são somente pessoas obesas que precisam tomar cuidado.

No último post do blog, citamos e explicamos sobre o falso magro que, apesar de, não necessariamente, estar acima do peso, possui acúmulo de gordura em áreas específicas como abdômen, peitoral, flancos e pernas. Essas pessoas também precisam se atentar, pois possuem uma chance maior de adquirir excesso de gordura no fígado. Além desses fatores, os consumidores de álcool, têm maior tendência à doença.

Quais os sintomas?

A esteatose hepática não apresenta sinais específicos em quadros leves. Já nos intermediários, é possível notar dores no abdômen, cansaço, fraqueza, dor de cabeça constante, perda de apetite, barriga inchada e aumento do fígado. Agora, em estágios mais avançados, a principal característica da doença é a insuficiência hepática. Nesses casos, o que pode ser notado são: confusão mental, fadiga, hemorragias, acúmulo anormal de líquido dentro do abdômen, queda no número de plaquetas sanguíneas, alterações no sono, icterícia – pele e olhos amarelados -, inchaço dos membros inferiores e aumento rápido do volume abdominal.

Como diagnosticar a esteatose hepática?

As pessoas que se encaixam em algum dos fatores de risco, devem consultar, periodicamente, o profissional de saúde. Assim, será possível avaliar a quantidade de gordura no fígado, além de ter um panorama geral da saúde de todo corpo.

Como funciona o tratamento?

Para tratar a esteatose hepática, é preciso se basear em dois fundamentos principais: alimentação equilibrada e a prática regular de atividades físicas. Dessa forma, além de adquirir um estilo de vida mais saudável, previne e auxilia no tratamento de inúmeras doenças, como a esteatose hepática.

O 5S pode ajudar!

Reconhecido cientificamente, o 5S já transformou os hábitos de mais de 30 mil brasileiros que, hoje, têm uma vida muito mais saudável. Viva uma experiência 5S!